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O que dizem os olhos

Nossos olhos não mentem... Quando olhamos de perto para um rosto humano, percebemos muitos detalhes expressivos: as linhas da testa, o tamanho dos olhos, a curva dos lábios, a saliência do queixo. Esses elementos nos apresentam uma expressão total, que usamos para interpretar o estado de ânimo da pessoa. E todos sabemos que as pessoas podem "fazer uma cara contente" ou deliberadamente adotar um rosto triste, sem que se sintam contentes ou tristes.

Os rostos podem mentir e às vezes mentir tão bem que é difícil ler as verdadeiras emoções das pessoas. Mas há no mínimo um sinal facial que não pode ser "feito" com facilidade...

 

Nossas pupilas revelam nossa verdade!

 

As pupilas humanas aparecem como dois pontos pretos no centro das íris coloridas, e é de conhecimento comum que esses pontos são aberturas que variam de largura conforme a mudança de luz. Ao sol forte, estreitam-se como cabeças de alfinete - cerca de dois milímetros de diâmetro - e, quando escurece, alargam-se em diâmetro mais ou menos quatro vezes.

 

Não é só a luz que afeta as pupilas.

 

Mudanças emocionais afetam a dilatação de nossas pupilas e podemos observar quando a luz permanece constante. Se vemos alguma coisa que nos excita, seja com uma agradável antecipação, seja com medo, nossas pupilas se dilatam mais do que o habitual para as condições de luz existentes. Se vemos alguma coisa moderadamente desagradável, contraem-se mais do que deviam para as condições de luz existentes. Essas mudanças normalmente ocorrem sem o nosso conhecimento e, como estão bem além do nosso controle, são um guia valioso para os nossos verdadeiros sentimentos.

 

Os sinais de pupila não são só emitidos inconscientemente; também são recebidos inconscientemente. Dois interlocutores sentirão uma excitação emocional maior se suas pupilas estiverem dilatadas, ou um amortecimento emocional maior se as pupilas estiverem contraídas, mas é muito improvável que associem essas sensações aos sinais de pupila que estão transmitindo. É uma troca "secreta" de sinais que opera abaixo do nível das maneiras premeditadas e das expressões posadas.

 

Discernindo...

 

Como podemos discernir através do movimento dos olhos o que a outra está pensando numa determinada situação, se podemos atribuir isto a tantos outros fatores?

 

Se alguém, a quem acabamos de conhecer, nos olha com insistência devemos achar que o agradamos, que é afetuoso, ou que tem muita necessidade de afeto?

 

Nas mais variadas situações, sua intuição somará tantas pequenas mensagens não-verbais e você vai acabar chegando a uma conclusão, ou pelo menos, a uma idéia...

 

"Olhamos para ver" é uma verdade correta apenas em parte nos encontros cara a cara.

 

 

Por Adri Alves - pesquisas pessoais

 

( Fonte: www.todosossentidos.com.br )

Os rostos podem mentir e às vezes mentir tão bem que é difícil ler as verdadeiras emoções das pessoas. Mas há no mínimo um sinal facial que não pode ser "feito" com facilidade...

 

Nossas pupilas revelam nossa verdade!

 

As pupilas humanas aparecem como dois pontos pretos no centro das íris coloridas, e é de conhecimento comum que esses pontos são aberturas que variam de largura conforme a mudança de luz. Ao sol forte, estreitam-se como cabeças de alfinete - cerca de dois milímetros de diâmetro - e, quando escurece, alargam-se em diâmetro mais ou menos quatro vezes.

 

Não é só a luz que afeta as pupilas.

 

Mudanças emocionais afetam a dilatação de nossas pupilas e podemos observar quando a luz permanece constante. Se vemos alguma coisa que nos excita, seja com uma agradável antecipação, seja com medo, nossas pupilas se dilatam mais do que o habitual para as condições de luz existentes. Se vemos alguma coisa moderadamente desagradável, contraem-se mais do que deviam para as condições de luz existentes. Essas mudanças normalmente ocorrem sem o nosso conhecimento e, como estão bem além do nosso controle, são um guia valioso para os nossos verdadeiros sentimentos.

 

Os sinais de pupila não são só emitidos inconscientemente; também são recebidos inconscientemente. Dois interlocutores sentirão uma excitação emocional maior se suas pupilas estiverem dilatadas, ou um amortecimento emocional maior se as pupilas estiverem contraídas, mas é muito improvável que associem essas sensações aos sinais de pupila que estão transmitindo. É uma troca "secreta" de sinais que opera abaixo do nível das maneiras premeditadas e das expressões posadas.

 

Discernindo...

 

Como podemos discernir através do movimento dos olhos o que a outra está pensando numa determinada situação, se podemos atribuir isto a tantos outros fatores?

 

Se alguém, a quem acabamos de conhecer, nos olha com insistência devemos achar que o agradamos, que é afetuoso, ou que tem muita necessidade de afeto?

 

Nas mais variadas situações, sua intuição somará tantas pequenas mensagens não-verbais e você vai acabar chegando a uma conclusão, ou pelo menos, a uma idéia...

 

"Olhamos para ver" é uma verdade correta apenas em parte nos encontros cara a cara.

 

 

Por Adri Alves - pesquisas pessoais

 

( Fonte: www.todosossentidos.com.br )